Destaque do dia
Macaquinhos de linho dominam as ruas de São Paulo no primeiro calor de 2026
Do Leblon à Augusta: quando o estilo carioca encontra a garra paulista
Guia de cores quentes para o verão brasileiro que já começou
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Escolhas da redação
O verão brasileiro não espera calendário. Em São Paulo, o termômetro passou dos 32 graus na primeira semana de junho e as ruas já mostraram o que vem por aí: macaquinhos de linho com corte reto, sandálias rasteiras e muita gente apostando em uma peça só para sair de casa sem pensar demais. No Rio, a história é parecida, mas com um toque mais solto — talvez seja o mar, talvez seja costume.
A MacaViva nasceu justamente para acompanhar esse ritmo. Não somos um catálogo de looks nem um guia de compras. Somos um portal de notícias e tendências que olha para a moda feminina com o olhar de quem vive o calor, o trânsito da Paulista e o pôr do sol no Arpoador. Cobrimos macaquinhos porque eles viraram peça central do guarda-roupa de verão — práticos, versáteis e, quando bem escolhidos, elegantes sem esforço.
Nesta edição, destacamos três matérias que resumem o momento. A reportagem sobre linho em São Paulo mostra como feiras e brechós da região central estão redefinindo o que significa "vestir bem" no calor. O texto sobre a ponte Rio–SP explora como duas culturas de moda se encontram na prática — sem romantizar nem simplificar. E o guia de cores traz a paleta que já aparece nas vitrines de Ipanema e nos ateliês da Vila Madalena.
Se você chegou agora, vale começar pelo texto sobre macaquinhos de linho ou conferir nossa página sobre a redação. Tem dúvida, sugestão de pauta ou correção? Escreva para [email protected].
Ver todos os artigosSobre o verão que estamos vivendo
Chamar de "verão antecipado" virou clichê, mas em 2026 o clichê faz sentido. O Sudeste registrou ondas de calor antes do solstício, e as lojas de bairro — aquelas que ainda existem entre um prédio e outro — já reorganizaram vitrines com peças leves. Macaquinhos aparecem em algodão cru, viscose fluida e, cada vez mais, em misturas com fibras recicladas que não sacrificam o caimento.
Em São Paulo, o movimento é visível na região da Consolação e nos arredores da Avenida Paulista, onde profissionais de áreas criativas adotaram o macaquinho como uniforme informal de reuniões externas. No Rio, a versão carioca costuma ser mais decotada nas costas e mais curta na barra — não por regra, mas por hábito. A diferença é sutil e diz muito sobre como cada cidade habita o próprio corpo no calor.
A moda feminina brasileira tem essa capacidade de absorver influências internacionais sem perder o chão local. Tendências de passarela europeia chegam filtradas pelo clima tropical, pelo orçamento real e pela criatividade de quem costura em casa ou reforma peças de brechó. É nesse espaço que a MacaViva atua: entre a tendência e o cotidiano.
Nos próximos meses, vamos aprofundar coberturas sobre tecidos sustentáveis, o retorno das estampas tropicais (com moderação, prometemos) e entrevistas com estilistas que trabalham fora do circuito tradicional. O verão brasileiro é longo, quente e cheio de histórias — e a gente pretende contar as que importam para quem se veste todos os dias, não só para quem desfila.